domingo

Lembrando João Paulo II...

Encíclicas

Dia/Mês/Ano
Nome (em latim)Nome (em português)Indicações
25/2 a 4/3 de 1979Redemptor hominis'O Rendentor do Homem'Revela as linhas-mestras do seu prontificado.
2 de Dezembro de 1979Dives in Misericordia'Rico em Misericórdia'Sobre Deus Pai, rico em misericórdia.
14 de Setembro de 1981Laborem exercens'Exercendo o trabalho'Sobre a dignificação do trabalho. Na comemoração do 90º aniversário da encíclica "Rerum Novarum" do Papa Leão XIII.
2 de Junho de 1985Slavorum Apostoli'Os Apóstolos dos Eslavos'Sobre os Santos Cirilo e Metódio, padroeiros dos Povos Eslavos.
30 de Maio de 1986Dominum et vivificantem'Senhor e dá a Vida'Sobre o Espírito Santo na vida da Igreja e do Mundo.
25 de Março de 1987Redemptoris Mater'A Mãe do Redentor'Sobre o culto mariano na vida da Igreja.
30 de Dezembro de 1987Sollicitudo Rei Socialis'A Solicitude pelas coisas sociais'Sobre a reafirmação do papel da Igreja nas questões sociais.
22 de Janeiro de 1991Redemptoris Missio'A Missão do Redentor'Sobre o mandato missionário de Cristo à Sua Igreja.
1 de Maio de 1991Centesimus Annus'O Centésimo Ano'Sobre a questão social: o trabalho, o capital e o ensino. No 100º aniversário da encíclica "Rerum Novarum".
5 de Outubro de 1993Veritates splendor' O esplendor da Verdade'Sobre os fundamentos da moral católica.
30 de Março de 1995Evangelium vitae'O Evangelho da Vida'Sobre o valor e a inviolabilidade da vida humana.
30 de Maio de 1995Ut unum sint'Para que todos sejam um'Sobre o empenhamento ecuménico.
15 de Outubro de 1998Fides et Ratio'A Fé e a Razão'Sobre as relações entre a fé e a razão. Condena o ateísmo e a fé sem razão, e afirma a posição da filosofia e razão na religião.
17 de Abril de 2003Ecclesia de Eucharistia'A Igreja da Eucaristia'Sobre a Eucaristia na sua relação com a Igreja.
Dentre outros documentos também publicados destaca-se a Carta Apostólica 'Mulieris dignitatem', publicada em 15 de agosto de 1988, sobre a dignidade e vocação da mulher, que se insere no contexto da promoção da mulher e na defesa da sua dignidade.

 Exortações Apostólicas

Dia/Mês/AnoNomeIndicações
25 de Outubro de 1979Catechesi TradendaeSobre a Catequese do nosso tempo.
22 de Novembro de 1981Familiaris ConsortioSobre a função da família cristã no mundo de hoje.
29 de Março de 1984Redemptionis DonumDirigida aos religiosos e religiosas.
11 de Dezembro de 1984Reconciliatio et poenitentiaSobre a reconciliação e penitência na Igreja.
30 de Janeiro de 1989Christifideles laiciSobre a missão dos Leigos na Igreja.
15 de Agosto de 1989Redemptoris CustosSobre a missão de São José na vida da Igreja.
7 de Abril de 1992Pastores dabo vobisSobre a formação dos sacerdotes nas circunstâncias atuais.
15 de setembro de 1995Ecclesia in AfricaSobre a Igreja em África e sua missão Evangelizadora.
25 de Março de 1996Vita consecrataSobre a vida consagrada e a sua missão na Igreja e no Mundo.
10 de maio de 1997Uma nova esperança para o Líbano
22 de janeiro de 1999Ecclesia in AmericaDestinada a Igreja da América Latina.
6 de novembro de 1999Ecclesia in AsiaDestinada à Igreja da África.
2 de novembro de 2001Ecclesia in OceaniaSobre a Igreja na Oceânia.
28 de junho de 2003Ecclesia in EuropaSobre a Igreja na Europa.
16 de outubro de 2003Pastores Gregis
Sobre o Bispo, servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a Esperança do Mundo.

PORTA FIDEI...

CARTA APOSTÓLICA
SOB FORMA DE MOTU PROPRIO
CARTA DO SUMO PONTÍFICE 

COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ 

1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início no Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.

2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»[1]. Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado.[2] Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.


Eu vos envio...

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL 2011

«Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21)

Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável João Paulo II, no início de um novo milénio da era cristã, afirmou com força a necessidade de renovar o empenho de levar a todos o anúncio do Evangelho «com o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 58). É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa que está em busca das razões profundas para viver em plenitude a própria existência. Por isso, o mesmo convite ressoa todos os anos na celebração do Dia Missionário Mundial. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor, o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais a fim de que sejam cada vez mais apropriados às novas situações — inclusive as que exigem uma nova evangelização — e animados pelo impulso missionário: «A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade cristãs, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 2).
Ide e anunciai
Este objectivo reaviva-se continuamente através da celebração da liturgia, em especial da Eucaristia, que se conclui sempre evocando o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: «Ide...» (Mt 28, 19). A liturgia é sempre uma chamada «do mundo» e um novo início «no mundo» para testemunhar o que se experimentou: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).

A todos
Todos os povos são destinatários do anúncio do Evangelho. A Igreja «por sua natureza é missionária, visto que, segundo o desígnio de Deus Pai, tem a sua origem na missão do Filho e na missão do Espírito Santo» (Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2). Esta é «a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar» (Paulo vi, Exort. ap. Evangelii nutiandi, 14). Consequentemente, nunca pode fechar-se em si mesma. Enraíza-se em determinados lugares para ir além. A sua acção, em adesão à palavra de Cristo e sob a influência da sua graça e caridade, faz-se plena e actualmente presente a todos os homens e a todos os povos para os conduzir rumo à fé em Cristo (cf. Ad gentes, 5).
Esta tarefa não perdeu a sua urgência. Aliás, «a missão de Cristo Redentor, confiada à Igreja, ainda está bem longe do seu pleno cumprimento... uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal missão ainda está no começo e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 1). Não podemos permanecer tranquilos com o pensamento de que, depois de dois mil anos, ainda existam povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de salvação.
Não só mas aumenta o número daqueles que, embora tendo recebido o anúncio do Evangelho, o esqueceram e abandonaram, já não se reconhecem na Igreja; e muitos âmbitos, inclusive em sociedades tradicionalmente cristãs, hoje são refratários a abrirem-se à palavra da fé. Está em acto uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, de movimentos de pensamento e de relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem evangélica, como se Deus não existisse e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, inclusive em detrimento dos valores morais.

Co-responsabilidade de todos
A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os baptizados, os quais são «raça eleita... nação santa, povo adquirido» (1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.
Estão envolvidas também todas as suas actividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas actividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada baptizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e reflectirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja.

Evangelização global
A evangelização é um processo complexo e inclui vários elementos. Entre estes, uma atenção peculiar da parte da animação missionária sempre foi dada à solidariedade. Este é também um dos objectivos do Dia Missionário Mundial que, através das Pontifícias Obras Missionárias, solicita a ajuda para a realização das tarefas de evangelização nos territórios de missão. Trata-se de apoiar instituições necessárias para estabelecer e consolidar a Igreja mediante os catequistas, os seminários, os sacerdotes; e também de oferecer a própria contribuição para o melhoramento das condições de vida das pessoas em países nos quais são mais graves os fenómenos de pobreza, subalimentação sobretudo infantil, doenças, carência de serviços médicos e para a instrução. Isto também faz parte da missão da Igreja. Anunciando o Evangelho, ela toma a peito a vida humana em sentido pleno. Não é aceitável, afirmava o Servo de Deus Paulo VI, que na evangelização se descuidem os temas relativos à promoção humana, à justiça e à libertação de todas as formas de opressão, obviamente no respeito pela autonomia da esfera política. Não se interessar pelos problemas temporais da humanidade significaria «esquecer a lição que vem do Evangelho sobre o amor ao próximo que sofre e está em necessidade» (cf. Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 31.34); não estaria em sintonia com o comportamento de Jesus, o qual «percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e curando todas as enfermidades e doenças» (Mt 9, 35).
Assim, através da participação co-responsável na missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que ela encontra chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a missão faz parte integrante deste caminho com todos. Nela conservamos, embora em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e acreditado na Igreja.
O Dia Missionário reavive em cada um o desejo e a alegria de «ir» ao encontro da humanidade levando Cristo a todos. Em seu nome concedo-vos de coração a Bênção Apostólica, em particular àqueles que mais trabalham e sofrem pelo Evangelho.
Vaticano, 6 de Janeiro de 2011, Solenidade da Epifania do Senhor.

BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira

Escola Irmã S. Paulo - Kamacupa
Durante os conflitos armados foi bastante danificada. Esta escola foi mandada construir pela Ir. S. Paulo, durante a sua estadia como missionária em Kamacupa. O governo em 2009-2010 mandou reabilitar a estrutura. Terminadas as obras de reabilitação quis entregar a direcção da referida escola nas mãos das irmãs da Congregação. O director ofereceu muita resistência em passar as chaves para as mãos das irmãs. De novo fez matrículas de crianças no sentido de ser ele a continuar a dirigir a escola no longo do presente ano lectivo. Durante a visita canónica efectuada pela Madre Geral à comunidade das irmãs em Kamacupa, pediu ao senhor padre Tomé, director da escola Missionária para assumir a direcção da escola durante alguns anos. Como director e de comum acordo com as irmãs, matricularam muitas crianças na sexta e sétima classe com a finalidade de ocuparem as salas da escola no lugar das que o antigo director havia matriculado. Deste modo este ano a escola só funciona com essas classes. No próximo ano lectivas as coisas já funcionarão de forma normal. A ir. Domiana está a trabalhar conjuntamente com o senhor padre Tomé. Graças a Deus as coisas correm bem.



ENCERRAMENTO DO INTER POSTULANTADO/ NOVICIADO.
A Comunidade de S. António Benguela teve a honrar de disponibilizar a capela e o anfiteatro para a actividade de enceramento do inter postulantado/ noviciado a nível de diocese de Benguela, com a presença de várias congregações tais como:
Irmãs de nossa senhora de la salette (saletinas)
Filhas da virgem das dores (F.V.D)
Irmãs missionárias da nossa senhora do Perpétuo Socorro
Irmãs Dominicanas da santa Catarina de Sena (Dominicanas)
Servas Franciscanas Reparadoras De Jesus Sacramentado (S.F.R.J.S)
Irmãs de Santa Doroteia
Irmãs Mãe da esperança

Presentes também estiveram as mestras de Noviças e Postulantes das mesmas congregações. Algumas congregações não participaram no encontro pois as Postulantes e noviças já estavam de férias tais como: salesianas, irmãs de santa Catarina e Irmãs do Apostolado de oração.  A celebração começou com a Eucaristia à volta das 9.30horas celebrada pelo nosso pároco padre Kambila da congregação dos pobres servos da Divina providência que são os nossos vizinhos bem próximo no Cavaco. Na sua homilia ele relacionou a nossa vida com a de são João Crisóstomo cuja memória celebrávamos no mesmo dia, fazendo nos lembrar que nós também devemos ter “boca de Ouro” que abençoa e sempre deve estar pronto para evangelizar a boa nova. Acrescentou que isto só pode ser possível se aprendermos a ser abertas com as nossas mestras na comunicação de qualquer problema que pode impedir a nossa caminhada. Tivemos uma tarde recreativa, com vários jogos, cantos, almoço de confraternização e partilha, acompanhada com palavras de despedida, pois muitas colegas vieram fazer a sua formação de países diferentes e ninguém tinha certeza de ter outra oportunidade de partilha com colegas. Com as palavras de sabedorias das mestras, a coordenadora anunciou o enceramento oficial do inter postulantado de 2011.
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Aconteceu mais um dia de formação
Aconteceu mais um dia de formação e convívio fraterno em Benguela, mais concretamente na casa de Santo António, Cavaco. Este foi especificamente para as irmãs que têm a missão de orientar as comunidades. Com muita alegria vimos chegar as irmãs das diversas comunidades, as de longe chegaram na véspera do dia marcado, enquanto que as mais vizinhas chegaram um pouco antes da hora indicada. Pena foi que não tivessem participado todas neste tempo de formação.
O dia iniciou com a Eucaristia celebrada pelo senhor padre José Malanga, Saletino, que na homília nos lembrou as obrigações inerentes ao nosso papel de primeiras responsáveis na comunidade. Depois da invocação do Divino Espírito Santo mostrou-se um pequeno diaporama «Manhã com Deus». De imediato seguiu-se a exposição do tema «A comunicação Base de relações fraternas e profundas». As irmãs mostraram-se interessadas, fazendo várias perguntas, dialogando e trocando impressões acerca da vida fraterna nas várias comunidades. Seguiu-se a exposição do Santíssimo durante um tempo largo de encontro a sós com o Senhor. Durante este tempo de oração cada irmã respondeu a algumas perguntas alusivas à vivência comunitária do projecto comunitário. Foram-lhes pedidas sugestões acerca dos temas de formação dados ao longo do ano, bem como sugestão para a elaboração do plano de actividades para o próximo ano. Durante o plenário mostraram-se bem-dispostas e participativas.

Os trabalhos terminaram com a celebração de Vésperas orientadas pelas irmãs que participaram no encontro. Seguiu-se um lanche de confraternização antes de cada uma seguir para a sua comunidade. O dia foi muito rico, vivido num clima de verdadeira fraternidade, dialogando e trocando impressões acerca da vida fraterna nas nossas comunidades. Por tudo damos graças ao Senhor que nos une e congrega.